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domingo, 1 de julho de 2012

Os chackras - Centros Magnéticos - Momentos de Transição - Kundalini - Energia Serpentina, start vital



Muito se tem escrito sobre os chakras, mas tudo isso em sânscrito ou em algum dos vários idiomas vernáculos da índia, e até mui recentemente não se havia publicado nada sobre eles em inglês. Mencionei-os pelo ano de 1910 em A Vida Interna,e depois disso apareceu a magnífica obra
TheSerpent Power, de sir John Woodroffe, e traduziram-se alguns tratados hindus. Em
The Serpent Power reproduzem-se os desenhos simbólicos dos chakras usados pelos iogues hindus; mas tanto quanto alcanço, as ilustrações que exornam esta monografia são a primeira tentativa para representar os chakras tal como efetivamente aparecem ante os olhos daqueles que os podem ver.
A palavra chakra é sânscrita, e significa roda. Também se usam várias acepções figuradas, incidentais e por extensão, como nas línguasocidentais. Da mesma forma como falamos da roda do destino ou da fortuna,assim também os budistas falam da roda da vida e da morte, e designam com o nome de Dhammachakkappavattana Sutta ao primeiro sermão emque o Senhor Buda pregou a Sua doutrina, nome esse que o professor RhysDavids traduz poeticamente pela expressão: "por em marcha as rodas daregia carroça do Reino da justiça". Este é o exato significado da expressão para o budista devoto, ainda que a tradução literal das palavras seja "o giroda roda da Lei". O uso em acepção figurada da palavra chakra. de que tratamos neste momento, refere-se a uma série de vórtices semelhantes arodas que existem na superfície do duplo etérico do homem.
Às vezes falamos destes centros como se toscamente se correspondessem com determinados órgãos físicos; mas em realidade estão na superfície do duplo etérico, que seprojeta ligeiramente mais além do corpo denso.Se olharmos diretamente para baixo da corola de umaconvolvulácea, teremos uma idéia do aspecto geral do chakra.O pecíolo da flor brota de um ponto do pedúnculo, de modo quesegundo outro símile (prancha VIII). a espinha dorsal se assemelharia a umtalo central, do qual de trecho em trecho brotam as flores com suas corolasna superfície do corpo etérico.


SITUAÇÃO NOME SÂNSCRITO NOME PORTUGUÊS
1-a base da espinha dorsal Muladhara Chakra raiz ou básico
2- Chakra do baço No umbigo, 3- sobre o plexo solar Manipura Chakra do umbigo,4- Sobre o coração Anahata Chakra do coração, 5-Na frente da garganta Vishuddha Chakra laríngeo, 6-Entre as sobrancelhas Ajna Chakra frontal, 7-No alto da cabeça Sahasrara Chakra coronário.


O FOGO SERPENTINOEsta energia é a manifestação no plano físico da primeira onda devida dimanante do terceiro aspecto do Logos. Existe em todos os planos, quemais ou menos conhecemos, mas nos cingiremos a considerá-la quandomanifesta na matéria etérica. Não se transmuta na primeira energia jámencionada nem na vitalidade procedente do sol, e parece não ser afetada,de nenhum modo, por qualquer modalidade de energia física. Já vi carregaro corpo de um homem com uma corrente elétrica de 1250 volts, de sorteque, ao dirigir os braços para a parede, brotavam enormes chamas de seusdedos. E contudo, não experimentava nenhuma sensação estranha, nem erapossível que ficasse carbonizado em semelhantes circunstâncias enquantonão tocasse nenhum objeto estranho, mas nem sequer tão enorme potencialelétrico afetava, por mínimo que fosse, ao fogo serpentino.Desde muitos anos sabemos que nas entranhas da terra há o quepoderíamos chamar o laboratório do terceiro aspecto do Logos. Ao investigaras condições do centro da terra, encontramos ali um volumoso globo de tãoformidável energia, que não podemos aproximar-nos. Foi-nos possível tão-somente tocar as camadas externas, e inferimos que evidentemente estão emsimpática relação com as camadas de
kundalini
no corpo humano.Há muitíssimos séculos que penetrou no centro da terra a energiado terceiro aspecto do Logos, mas ainda continua ali elaborandogradualmente novos elementos químicos, com crescente complexidade deformas e intensa vida ou atividade interna cada vez maior.Os estudantes de Química conhecem a Tabela Periódica composta pelo químico russo Mendeleiev no último terço do século passado, na qual os elementos químicos conhecidos estão dispostos em ordem de seus pesosatômicos, começando pelo mais leve, o hidrogênio, cujo peso atômico é 1, determinando pelo urânio, cujo peso atômico é 238,5, sendo o mais pesado dos elementos conhecidos.Nossas investigações químicas pessoais nos revelaram que os pesos atômicos são quase exatamente proporcionais ao número de átomos ultérrimos de cada elemento, segundo consta da obra Química Oculta, onde também aparecem a forma e composição de cada elemento.Na maior parte dos casos em que examinamos os elementos com vista etérica, as suas formas denotavam, como também denota a Tabela Periódica, que se haviam desenvolvido em ordem cíclica, em espiral ascendente, e não em linha reta. Foi-nos dito que o hidrogênio, oxigênio enitrogênio, que constituem aproximadamente a metade da crosta terrestre e quase toda a atmosfera, pertencem também a outro sistema solar maior queo nosso. Mas sabemos que os demais elementos químicos têm sidoelaborados pelo Logos de nosso sistema, que está prolongando a espiral mais além do urânio em inimagináveis condições de pressão e temperatura.Gradualmente, segundo o Logos vá formando novos elementos químicos, os impele para a superfície da terra. A energia do
kundalini
ou fogo serpentino de nosso corpo, procededo laboratório do Espírito Santo, oculto nas entranhas da terra, e é parte doformidável globo ígneo geocêntrico.Esta energia contrasta profundamente com a vitalidade oriunda dosol, que logo explicaremos, e pertence ao ar, à luz e aos vastos espaçoslivres, enquanto que o fogo serpentino é muito mais material, como o doferro enrubescido ou do metal incandescente.Esta tremenda energia tem o aspecto ainda mais terrível deproduzir a impressão de descer sempre mais profundamente na matéria,com lenta mas irresistível progressão e implacável segurança.O fogo serpentino não é a porção de energia do terceiro aspecto doLogos com a qual está elaborando elementos cada vez mais densos. A índole do fogo serpentino é antes uma ulterior modalidade dessa energia, reside no núcleo vital dos corpos radioativos como o rádio. Forma parte da ação da primeira onda de vida depois de chegar ao seu ínfimo ponto de involução,onde começa a ascender às alturas de que desceu. Já sabemos que a segunda onda de vida procede do segundo aspecto do Logos, desce à matéria através dos três reinos elementares até chegar ao mineral, donde ascende pelos reinos vegetal e animal até o reino humano, onde conflui com aterceira onda de vida proveniente do primeiro aspecto do Logos. Assim o representa a figura 3, em que a segunda onda desce pela esquerda, alcança seu ínfimo ponto no fundo do diagrama e ascende pela direita até confluir no plano mental com a terceira onda de vida que, procedente do primeiroaspecto do Logos, desce ao seu encontro pela direita.Quanto à primeira onda de vida oriunda do terceiro aspecto do Logos e representada pela linha vertical no diagrama, temos de imaginar que, chegada ao seu ínfimo ponto no reino mineral, ascende pelo mesmo caminho por onde desceu. Pois bem,kundalini ou o fogo serpentino é esta primeira onda de vida em seu caminho ascendente, e atua nos corpos dos seres evolucionantes, em íntimo contacto com a primeira energia já mencionada, de sorte que ambas conduzem mancomunadamente o animal ao ponto onde há de receber a efusão do primeiro aspecto do Logos e converter-se em ego, em homem, em cujos veículos continua atuando.Assim absorvemos a potente energia de Deus tanto por baixo, da terra, como por cima do céu. Somos filhos da terra e também do sol. A energia que da terra sobe e a que do sol desce, confluem em nós e cooperam mancomunadamente para nossa evolução. Não podemos possuir umaenergia sem a outra, e há muito risco no excessivo predomínio de uma delas.Daqui o perigo de avivar as camadas inferiores do fogo serpentino antes de purificar e refinar a conduta.
As figuras expostas mais abaixo indicam toscamente o modo como as forças etéricas fluem através do corpo humano. O ida sai da base da espinha dorsal, à esquerda do sushumna, e o pingala à direita (bementendido, à esquerda e à direita do homem e não do espectador; mas namulher estão invertidas estas posições). As linhas terminam na medulaablongada.Na índia chamam Bramadanda, ou bastão de Brama, à espinhadorsal, e o desenho representado na figura 4d demonstra que também é ooriginal do caduceu de Mercúrio com as duas serpentes que simbolizam o kundalini ou serpente ígnea, que se move ao longo do canal medular,enquanto que as asas representam o poder, conferido pelo fogo, de se elevaraos planos superiores.A figura 4a representa o ida estimulado depois da iniciação noPrimeiro Grau, e a linha é carmesim. Ao passar para o Segundo Grau, seacrescenta a linha amarela do pingala, segundo o representa a figura equando da exaltação ao Terceiro Grau, completa-se a série com a linha azul intenso do sushumna,representada na figura ao Lado.

O GLÓBULO DE VITALIDADEO átomo em si não é mais que a manifestação de uma energia. OLogos quis alojar a Sua energia numa forma determinada, a que chamamosátomo físico ultérrimo (Fig.Abaixo), e pelo esforço de Sua vontade se mantêm nareferida forma.uns catorze bilhões de borbulhas.


ENERGIAS PSÍQUICAS
As três energias mencionadas — a primária, a vitalidade e o
kundalini
— não estão diretamente relacionadas com a vida mental eemocional do homem, mas tão-somente com o seu bem-estar corporal. Mas também penetram pelos chakras energias que podem qualificar-se depsíquicas e espirituais. Os dois primeiros chakras não manifestam nenhuma destas energias, mas o chakra umbilical e os demais situados acima docorpo são portas de entrada para as energias que afetam a consciência humana.

A serpente projetada do chakra frontal teve seu símbolo no toucado dos reis do Egito, aos quais, como aos sumos sacerdotes daquele país, se atribuía a clarividência entre outras faculdades ocultas.Quando o chakra coronário está plenamente ativo, o ego pode sairpor ali e deixar conscientemente o seu corpo, bem como retornar a ele sem a interrupção ordinária, de modo que estará consciente noite e dia.Quando o fogo serpentino houver passado por todos os chakras,seguindo uma ordem variável de acordo com o tipo de cada homem, a consciência não se interrompe até a entrada no mundo celeste, ao terminara vida astral de modo que não haverá diferença entre a temporária separação do corpo físico durante o sono e a definitiva no momento da morte.
A principal função do kundalini quanto ao desenvolvimento ocultodo homem, é que ao passar pelos chakras etéricos ele os aviva e converte emmais eficazes pontos de conexão entre os corpos físicos e astral. Diz A Voz do Silêncio que quando o fogo serpentino chega ao chakra frontal, põe-no emplena atividade e confere ao homem a virtude de ouvir a voz do Mestre, queneste caso significa a voz do Eu superior. Baseia-se esta informação em que,quando o corpo pituitário funciona ordenadamente, serve de perfeito enlacecom o veículo astral, de modo que por seu intermédio se transmitem todasas comunicações procedentes do interior.
Em cada encarnação se há de repetir o domínio do fogo serpentino,pois renovam-se constantemente os veículos físico, astral e mental inferior;mas se numa vida precedente se conseguiu subjugá-lo, serão muito fáceis as repetidas subjugações.

OS YANTRAS
1
Na obra As Forças Sutis da Natureza o pandit Rama Prasad nosoferece um consciencioso estudo das razões das formas geométricas dos yantras.
São demasiado extensas as explicações para serem aquireproduzidas, mas resumiremos suas idéias capitais.Diz ele que, assim como existe um éter luminoso que transmite aluz aos olhos, assim há uma modalidade especial de éter para o olfato,paladar, ouvido e tato. Estes sentidos estão relacionados com os elementos que simbolizam os yantras:
o olfato com elemento sólido (quadrado); opaladar com o líquido (meia lua); a vista com o gasoso (triângulo); o tato como aéreo (hexágono); o ouvido com o etérico (círculo). Acrescenta Rama Prasadque o som se propaga em círculo, ou seja, em radiações circulares, e daí ocírculo do quinto chakra. Afirma que a luz se propaga em forma de triângulo,porque um ponto dado na onda luminosa se move um pouco para frente e também em sentido normal à sua direção, de modo que uma vez efetuado,seu movimento descreveu um triângulo, o que explica o triângulo no terceirochakra. Diz igualmente que há um movimento distinto do éter para asvibrações do paladar, olfato e tato, e explica o porquê das formas correspondentes a estes sentidos nos respectivos chakras.

Fonte de Pesquisa
Os Chackras - Charles W. Leadbeater.

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