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terça-feira, 22 de maio de 2012

Trânsito de Venus - o Retorno de Quetzalcoatl






Quetzalcóatl é uma divindade das culturas de Mesoamérica, em especial da cultura asteca, também venerada pelos toltecas e maias. É considerada por alguns pesquisadores como a principal dentro do panteão desta cultura pré-hispânica. Os astecas incorporaram esta deidade em sua chegada ao vale do México, no entanto modificaram seu culto, eliminando algumas partes, como a proibição dos sacrifícios humanos.
O nome de Quetzalcóatl é composto de duas palavras de origem náuatle: quetzal, que é uma ave de formosa plumagem que habita a selva centroamericana e cóatl, "serpente" e é usualmente traduzida como "Serpente Emplumada", "Pássaro Serpente", ou "Pássaro Serpente da Guerra"; Especula-se que a origem desta deidade provém da cultura olmeca, no entanto sua primeira aparição inequívoca ocorreu em Teotihuacan. A cultura teotihuacana dominou durante séculos o planalto mexicano. Sua influências culturais abarcaram grande parte da mesoamérica, incluindo as culturas maia, mixteca e tolteca. Os maias retomaram a Quetzalcóatl como Kukulkán.
Quetzalcoatl representa as energias telúricas que ascendem, daí a sua representação como uma serpente emplumada. Neste sentido, representa a vida, a abundância da vegetação, o alimento fisico e espiritual para o povo que a cultua ou o indivíduo que tenta uma ascese espiritual.
Posteriormente, passou a ser cultuado como deus representante do planeta Vênus, simultaneamente Estrela da Manhã e Estrela da noite, correspondendo, com o seu gêmeo Xolotl, à noção de morte e ressurreição. Deus do Vento e Senhor da Luz, era, por excelência, o deus dos sacerdotes. É às vezes confundido com o rei sacerdote de Tula. Governava o leste.

O cacau, fruto tipicamente americano, era usado durante os rituais ao deus como uma bebida quente, o xocóatl, bebida que deu origem ao chocolate tão apreciado atualmente.


visão panoramica da Terra , no dia 06 de junho de 2012 , retirado do Planetario no final deste blog.uma rapida olhada, nota-se as Hiades acima do sol formando um triangulo, ... Orion do lado direito do sol e as pleiades, logo abaixo de jupiter , nota-se que direcionei para as 9:01 da manhã.

"Em inúmeros domínios, a ciência dos Maias ultrapassou a dos gregos e dos romanos. 

Senhores de profundos conhecimentos matemáticos e astronômicos, desenvolveram 
até uma perfeição minuciosa a cronologia  e a ciência do calendário. Construíam 
observatórios com cúpulas muito melhor orientados que o de Paris no século XVII, 
como o Caracol colocado sobre três terraços na sua capital de Chichen Itza. Eles 
utilizavam o ano sagrado de 260 dias, o ano solar de 365 dias e o ano venusiano de 
584 dias. A duração exata do ano solar hoje é fixada em 365,422 dias. Os Maias tinham calculado 365,2420 dias, ou seja, com uma diferença de decimal, o número a que nós 
chegamos após demorados cálculos" 

Associação Histórica com Venus
"Essa idéia da Terra oca está ligada a uma  tradição que se encontra em todas as 
épocas e em todos os locais. As mais antigas obras de literatura religiosa falam de um 
mundo separado, situado sob a crosta terrestre e que seria a morada dos mortos e dos 
espíritos. Quando Gilgamesh, herói lendário dos antigos Sumerianos e das epopéias 
babilônicas, vai visitar o seu antepassado Utnapishtim, desce às entranhas da Terra, e 
é ali também que Orfeu vai procurar a alma de Eurídice. Ulisses, ao atingir os limites do 
Ocidente, oferece um sacrifício a fim de que os espíritos dos antigos saiam das 
profundezas da Terra e o aconselhem. Plutão reina no fundo da Terra sobre os espíritos dos mortos. Os primeiros cristãos reúnem-se nas catacumbas e fazem dos 
abismos subterrâneos a morada das almas condenadas. As lendas germânicas exilam 
Vênus para o fundo da Terra. Dante coloca o inferno nos círculos inferiores. Os 
folclores europeus supõem haver dragões debaixo da terra e os japoneses imaginam 
nas profundezas da sua ilha um monstro cujos arrepios provocam tremores de terra"
Nas cavernas do Bohistão foram encontradas inscrições acompanhadas de mapas 
astronômicos representando as estrelas na posição que ocupavam há treze mil anos. 
Vênus está ligada à Terra por algumas linhas.  "Louis Pauwel e Jacques Bergier"

Outra analogia

Botticelli - Birth Venus
comparem com o print tirado da transição de Venus com esse quadro de  Botticelli , encontre jupiter , as pleiades e Órion ...no quadro...' Nascimento de Venus...será mera coincidencia, ou o artista presenciara o mesmo evento...? 


Suméria : Inanna : 
Voltando aos mitos sumérios. Na lenda, Ninhursag (Asherah) é citada como sendo companheira de Enki num período posterior. Mas ela foi originalmente a esposa de El (o ‘rei’ dos deuses - ou Céu - e correspondente ao Yahweh hebraico).

A representação dos planetas como estrelas é tão comum que tendemos a esquecer como surgiu esse costume: a exemplo de todo o resto, foi na Suméria. Baseado no que aprenderam dos nefelim, os sumérios contavam os planetas não como fazemos, do interior para o exterior, mas ao contrário, partindo dos mais afastados. Assim, Plutão era o primeiro planeta, Netuno o se- gundo, Urano o terceiro, Saturno o quarto, Júpiter o quinto, Marte o sexto, a Terra o sétimo e Vénus o oitavo. Na opinião dos es- tudiosos, os maias/toltecas consideravam Vênus o oitavo planeta, porque são necessários oito anos (8 x 365 = 2 920 dias) para repetir o alinhamento sinódico com Vénus após cinco órbitas de Vénus (5 x 584 = 2 920 dias). Porém, se assim fosse, Vênus seria o quinto e, a Terra, o oitavo.
No período babilónico há como que uma unificação dos papéis de Ninhursag (deusa maternal) com o de Inanna (deusa da fecundidade) dando origem à Ishtar. Na designação de Innana ela é amante igualmente de Dumuzi-Tammuz, o deus da vegetação. Inanna é ainda citada como a equivalente a Dione ou Rhea – para os gregos - e entre os canaanitas seria conhecida por vezes como Tannit, ou Hawwa ... Eva! Para os acadianos - tal como seria para os babilónicos - ela é já a Ishtar, ou Esther.


Quanto ao nome Tannit parece ter significado a da serpente. Na Idade do Bronze o epíteto dela havia sido Dat Batni, o mesmo usado por vezes entre os sumérios que a conheceram também por Nintu (a dama que dava à luz) além de Ninhursag (a Senhora da Montanha) – embora aqui muitos escritos apontem como já se disse para divindades distintas entre os antigos sumérios, separando a deusa maternal da deusa do amor e da fecundidade. Há quem a identifique com a deusa da caça Allat (ou Elat e também deusa da guerra, provavelmente de origem árabe), equivalente a Diana e, mais tarde, com a Afrodite grega. Outras correspondências foram feitas, no plano astral, com o planeta Vénus – a Estrela da Manhã, mas ela surge-nos igualmente como a Senhora do Céu (Innin) e a Dama Majestosa (Ninmah). Em ugarítico ela era Atiratu Yammi - a que cavalga o dragão marinho. Yam é o caos, um mar primordial relatado na cosmogonia canaanita e hebraica.

Algumas das traduções portuguesas referem-se a ela como sendo num período posterior a Astarte ou Asera, Asherah e Astoreth, síria e também fenícia, hebraica, persa, etc. Um dos símbolos de Asherah era o de uma ou duas serpentes enroladas numa árvore. O caduceu, símbolo de salvação de origem suméria, era precisamente constituído por uma vara ou um tronco envolvido por uma ou duas serpentes entrelaçadas, aparecendo o mesmo motivo na glíptica – a arte dos selos cilíndricos oficiais. Como explicar então, a existência de tantos nomes para uma mesma referência? Tal não é de estranhar se atendermos também à diversidade de designações actualmente utilizada pelas igrejas, no que diz respeito a Deus, Cristo, à Virgem ou mesmo ao Diabo. Só em Portugal, quantas qualificações diferentes existem para a "Nossa Senhora"?

Como associada a Enki (irmã, companheira, amante) Innana – divindade boa e bela é descrita como a rainha de todos os grandes me. Um dos contos a ela ligados relata como é ela que opera a transmissão das leis ao mundo, e fala da renovação, o renascimento anual da natureza. Innana foi a Apzu, a fortaleza de água de Eridu, onde Enki tinha os me. Enki, embriagado, deu-os a ela. É ela quem os precipita na civilização.

10. Descida e 'Ressurreição'

Um excerto do mito explicará a renovação, o ciclo anual da natureza, afinal o timing para correr os diversos me: já na posse dos me ela, Innana, entra na terra do não-retorno. Passa pelo mundo do nada e chega ao templo de Ereshkigal, a deusa da morte, embora vá disfarçada. Ereshkigal é também chamada de "Senhora da terra grande" e era ‘esposa’ de Nergal, o deus sumério dos infernos.

Nergal, divindade terrível das epidemias e guerras, compartilha com Ereshkigal o domínio do mundo subterrâneo. Innana entra e é logo descoberta. Tiram-lhe as roupas, jóias, os me, e é conduzida perante Ereshkigal e os sete juízes do mundo subterrâneo.

Torturam-lhe o espírito e matam-na com o olhar. Innana é dependurada na parede. Desistira. Largava tudo o que conseguira em vida, excepto o seu desejo de renascer. Pela jornada do sub-mundo aprendia agora os poderes e os mistérios da morte e do renascimento.

Cá fora o seu mensageiro esperaria três dias e foi então aos deuses clamar por ajuda. Só Enki atendeu. Criou duas criaturas e enviou-as à terra do nada para salvar Innana. Através da magia delas, Innana é trazida de novo à vida, seguida por uma legião vinda dos mortos.



O culto a Ninhursag-Inanna (Ishtar, Asherah) ou às suas outras múltiplas faces e designações foi dos mais poderosos nessa época, chegando a ser adorada por povos da Pérsia e Índia à Espanha, e desde antes de 2000 AC a períodos jà dentro da era cristã, à excepção dos hebreus que só a adoraram, praticamente, até às reformas religiosas de Ezequias e Josiah. Eles eram monoteístas, ou antes, monolatristas, como se disse atrás.

Não negavam a existência de outros deuses, mas doravante era pressuposto só adorarem Yahweh. Asherah fora venerada também por eles, e inclusive como consorte de Yahweh (o correspondente a El ao An/Anu sumério-acadiano). Na Bíblia, actualmente, Deus não tem consorte... Primitivamente, ainda não existia a Bíblia e o judaísmo não passava de uma colecção solta de cultos yahweísticos. Quem decidiu então retirar Asherah - a ‘mulher’ de Deus - do judaísmo?



O novo reino, de Quetzalcoatl, a Serpente Alada, foi o evento importante para ancorar o início da "contagem longa", o calendário centro-americano? Particularmente, se levarmos em conta o fato de que foi esse deus o introdutor do calendário entre os povos da região? Tendo sido destronado por seu próprio irmão, Thoth (conhecido nos textos sumérios comoNingishzidda, Senhor da Arvore da Vida) se transformou no aliado natural dos adversários de seu irmão, os deuses enlilitas e seu chefe, Ninurta. Está escrito que, quando Ninurta pediu a Gudea que construísse um zigu-rate- templo em sua honra, foi Thoth (Ningishzidda) quem desenhou os planos. Teria sido ele, também, que especificou os materiais raros a serem usados e ajudou a fornecê-los. Como amigo dos enlilitas, ele teve de ser amigável com Ishkur/Adad e com seu reino andino,, na região do Titicaca: provavelmente foi um hóspede bem recebido. "Zecharia Sitchin - Genesis REvisitado e Reinos Perdidos.
Semelhanças e analogias simbólicas

e notar a semelhança entre Quetzalcoatl , o caduceu de mercurio e o bastão de esculapio....

Mercúrio era filho de Júpiter e de Maia. Os gregos o chamavam de Hermes, que significa interprete ou mensageiro. Logo após seu nascimento revelou extraordinária inteligência. Conseguiu sair do berço e foi para Tessália onde roubou parte dos rebanhos guardados por Apolo e após esconder o gado numa caverna voltou para o berço como se nada tivesse acontecido. Quando Apolo descobriu o roubo conduziu Mercúrio diante de Júpiter que o obrigou a devolver os animais. No entanto, Apolo, encantado com o som da lira que Mercúrio tinha inventado, a partir de uma casco de tartaruga, deu-lhe em troca, o gado e o caduceu. Júpiter, surpreso com a vivacidade e inteligência do filho, fez dele seu mensageiro e o colocou a serviço de Plutão, deus das profundezas subterrâneas, os infernos, de onde reinava sobre os mortos. Uma das tarefas de Mercúrio era conduzir os mortos ao reino de Plutão5,6. Esta é a origem do costume de que na antigüidade, os homens que procuravam os feridos e os mortos nos campos de batalha levassem o caduceu, semelhante à bandeira branca ou à bandeira da cruz vermelha nos conflitos mais recentes 7. Surgiu daí o fato de ser o caduceu o símbolo de serviços de saúde de algumas forças armadas, inclusive a dos Estados Unidos 3.
O caduceu era, originalmente, uma haste de ouro com asas em sua extremidade. Segundo a mitologia, Mercúrio lançou-o entre duas serpentes que lutavam e estas se entrelaçaram na haste em uma atitude amistosa 6. Daí o seu aspecto conhecido. Por ser Mercúrio, também, deus dos negociantes, o caduceu tornou-se o símbolo do comércio (fig. 15,6.

nota:
se notarem tambem nos textos, é nitido que tem haver com negociação tb, sendo o caduceu de mercurio simbolo de comércio, e este em si, o dna, serpentes aladas, se notarem tem bastante alegorias a respeito, palavras chaves como roubo, negócio, cadeia, lei, julgamentos....

" O caduceu, símbolo de salvação de origem suméria, era precisamente constituído por uma vara ou um tronco envolvido por uma ou duas serpentes entrelaçadas, aparecendo o mesmo motivo na glíptica – a arte dos selos cilíndricos oficiais"

"Nergal, divindade terrível das epidemias e guerras, compartilha com Ereshkigal o domínio do mundo subterrâneo. Innana entra e é logo descoberta. Tiram-lhe as roupas, jóias, os me, e é conduzida perante Ereshkigal e os sete juízes do mundo subterrâneo.

Torturam-lhe o espírito e matam-na com o olhar. Innana é dependurada na parede. Desistira. Largava tudo o que conseguira em vida, excepto o seu desejo de renascer. Pela jornada do sub-mundo aprendia agora os poderes e os mistérios da morte e do renascimento."

Teosofia - Venus

De acordo com Helena Blavatsky, Sanat Kumara pode ser entendido tanto como um ser real como um símbolo para certas qualidades do intelecto superior, mas não fornece detalhes sobre este último aspecto. Considerado um homem objetivo, é o mais excelso dos Kumaras, que afirma serem sete ao todo. [1] É chamado variavelmente de o Vigilante Solitário, o Ancião dos Dias, o Maha-Guru, o Iniciador Único, e o Eterno Donzel de Dezesseis Anos - uma vez que seu nome significa "sempre jovem". Este personagem exerce a função de Senhor do Mundo, líder supremo de toda a hierarquia espiritual invisível que rege, auxilia e sustenta o globo [2].
Charles Leadbeater diz que ele representa o Logos na Terra, presidindo toda a evolução deste planeta o longo de um extenso período de tempo. Leadbeater reitera a posição de Sanat Kumara como Senhor do Mundo e Iniciador Único, dizendo que todo aspirante em determinado ponto de sua trajetória é apresentado a este ser, e que seu aspecto é tão extraordinariamente belo e majestoso, e emana tamanha aura de poder, antigüidade e onisciência, ainda que aparentando ser um jovem, que muitos não suportam a visão, como teria acontecido com a própria Blavatsky. Ainda segundo a Teosofia, o corpo físico de Sanat Kumara e o de seus auxiliares diretos, ainda que tenham forma humana, não são corpos naturais, como o são os corpos humanos, mas sim foram criados voluntariamente através de seu poder espiritual para habitarem neste planeta, e não sofrem corrupção, não necessitam de alimento e nem envelhecem.
Sanat Kumara seria originário de Vênus, e assim não faz parte da raça humana, mas teria vindo para a Terra para acelerar nossa evolução, junto com outros três Kumaras seus auxiliares e uma corte de seres iluminados, fixando-se em Shamballa, um oásis no Deserto de Gobi. Sua chegada teria acontecido há 6,5 milhões de anos atrás, num período crítico da evolução do planeta, quando a humanidade ainda animalesca não poderia progredir mais em seu caminho ascendente sem um estímulo superior que só poderia ser proporcionado pelos Senhores da Chama, como são chamados os Kumaras, despertando a inteligência humana (o fogo divino interior), tonando possível para os homens trilhar a Senda oculta de desenvolvimento espiritual. Por isso os Kumaras são considerados os verdadeiros progenitores da humanidade, e foram eles que teriam dado à humanidade infante as primeiras noções de arte, ciência e conhecimento espiritual, e seriam os fundadores de toda a vasta dinastia de santos e sábios iluminados, de todos os credos e épocas, que já viveram sobre a Terra [3].


Toda mudança que se efetua em Vênus é sentida e se reflete na Terra escreve Blavatsky; nós não somos senão o espelho da vida que se desenvolve em Vênus. Os soçobramentos geológicos que lá acontecem, acontecem simultaneamente na nossa Terra; talvez seja esse o motivo da reiterada visitade objetos não-identificados provenientes do espaço externo, guiados por criaturas que se preocupam com nosso imprudente e masoquista uso da energia atómica.

Crop Circles observar com tridimensionalidade

vou mostrar a vcs agora uma analogia, e se encaixa perfeitamente...o mapa do dia 06 de junho, ou seja o transito de venus, sobre o calendario maia...e veja a semelhança...As Híades e o Sol nesta data representa perfeitamente o calendario.. agora tem 3 imagens sobrepostas, sendo a ultima , uma imagem do crop circle de 2008. em uma colheita em Barbury Castle...para saber exatamente o que é esse crop, o Phi, o numero Pi, 3,14159265358979323.... sugiro ver esse video que interessante, esse código binário







video de minha autoria, reprodução 3d dos raios da Pedra do Sol Asteca ou o Calendário Haab, dos maias.
se puderem perceber a analogia, com os gráficos e os mapas, ficara mais facil entender.

"Conjunções inferiores sucessivas de Vénus se repetem numa ressonância 
orbital muito próxima a 13:8 (a Terra orbita 8 vezes para cada 13 
órbitas de Vénus), criando uma sequência de precessão pentagrâmica."

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/85/Dresden_Codex_p09.jpg/170px-Dresden_Codex_p09
.jpg
.
O "Dresden Codex" maia, que calcula as aparições de Vênus .



Outro número irracional muito usado na Geometria é o π (pi), descoberto por meio da divisão do comprimento de uma circunferência pelo diâmetro da mesma.
Π = 3,141592653589793238462...

O número de Ouro (divina proporção) também é considerado um número irracional.
Surge da relação existente na seqüência de Fibonacci: (1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55...). Notemos que a seqüência é construída somando o termo atual com o anterior para descobrir o próximo.
Observe:
1
1+1=2
2+1=3
3+2=5
5+3=8
8+5=13
13+8=21
21+13=34
34+21=55
E assim por diante.

Calculando o valor aproximado do número de Ouro
1:1=1
2:1=2
3:2=1,5
5:3=1,66666....
8:5=1,6
13:8=1,625 
21:13=1,615...
34:21=1,619...
55:34=1,617...

Notamos que a partir da divisão de 5 : 3, o resultado começou a ficar próximo de 1,6. O número de Ouro está presente nas artes, música e nas obras arquitetônicas gregas. 

13/8= 1,625 

Bingo!
veja como será a visão panoramica, heliocentrica e geocentrica na data da transição.




Kukulcán
Kukulcán era a versão maia do deus asteca Quetzalcóatl, a serpente emplumada.
Para os maias "kukul" significa sagrado ou divino e "can" significa serpente.
Para alguns pesquisadores este Deus (o mesmo Quetzalcoatl dos astecas) provém da cultura tolteca, para outros provém da cultura olmeca.
Em todo caso sua origem é muito anterior aos maias e esta presente em toda a América Central.
Entre os restos arqueológicos de Chichen Itza se lhe pode observar como uma serpente que desce nos vértices do edifício em forma de colunas de ar durante os dois equinócios. Foi uma deidade rapidamente assimilada pela aristocracia, apesar de que tenha se incorporado ao panteão maia em uma época tardia. Aparece como uma das divindades criadoras sob o nome de Gucumatz, e como deidade dos ventos com o nome de Ehecatl na esteira 19 de Ceibal. Em Chichen Itza foi conhecido como o "Estrela d'Alva". Alcançou especial transcendência na península de Yucatán, em onde seu nome foi utilizado por muitos governantes para legitimar seus poderes e alcançar maior prestígio.

Kukulcán é o nome maia de Quetzalcóatl, personagem importante no Período Posclásico dos maias, no livro sagrado popol vuhse lhe conhece como "GUKUMATZ" . Aqui o vemos em um desenho de um baixo -relevo de Yaxchilán.
Quanto a suas diferenças com relação a Quetzalcóatl, parece que muitas delas se deviam às diferenças climáticas entre ambas regiões. Para os Astecas, Quetzalcoatl não só era o Senhor do Sol, mas o próprio Deus-Sol do país. Kukulcán além disso tem os atributos de um Deus-Trovão. No clima tropical de Yucatán e a Guatemala, o Sol ao meio-dia parece desenhar as nuvens de seu ao redor com formas serpenteantes; destas emanam o trovão, a luz e a chuva, por isso Kukulcán pareceria haver atraído aos maias mais como um deus do céu que como um deus da própria atmosfera, apesar de que muitas vezes as esteiras do Yucatán representem a Kukulcán com o ar saindo de sua boca, como muitas representações mexicanas de Quetzalcoatl.
Kukulcán , do qual falam os arqueólogos, é a deidade que mais freqüentemente aparece nos manuscritos do Códice de Dresden e outros. Tem o nariz comprido e truncado, como o de um tapir, e nele se encontram todos e cada um dos signos de um deus dos elementos. Caminha sobre a água, maneja tochas ardentes e se senta na árvore cruciforme dos quatro ventos que com tanta freqüência aparece nos mitos americanos. Evidentemente é um deus do cultivo e herói, já que se lhe vê plantando milho, levando ferramentas e continuando uma viagem, feito com que estabelece sua conexão solar.
Segundo as crônicas maias, Kukulcán, da mesma forma que Quetzalcóatl, é o conquistador que chegou em Yucatán pelo mar desde o Oeste, para finais do século XV, e se transformou em caudilho e fundador de sua civilização. Da fusão dos dois mitos, Kukulcán aparece como o senhor do vento porque rege e governa a nave que lhe conduziu a Yucatán e ao povo que fundou.









Trânsito de Venus - o Retorno de Quetzalcoatl
Transito de Venus entre 5 e 6 de junho, onde Venus passa em frente ao Sol, ou seja, Venus ficará entre a Terra e o Sol, por 8 horas, A Contagem Longa do Calendário Maia é chamado de Nascimento de Vênus, esta data marca o retorno de Quetzalcoatl, a "Serpente Emplumada", 
Venus tambem está associada a figura suméria de Inanna. 
Venus em todas as culturas sempre foi reverenciado como o principio criativo, ou a própria criação das criaturas, então talvez podemos esperar um upgrade na rede cósmica.
Os trânsitos de Vênus são bem conhecidos e têm um período variável embora previsível: a um intervalo de 8 anos segue-se outro de 121,5 anos, posteriormente acontece um trânsito 8 anos mais tarde para voltar a acontecer 105,5 anos depois. Ou seja que o próximo trânsito de Vênus será em 11 de dezembro de 2117. E os anteriores aconteceram nos anos (do último para o primeiro): 2004, 1882, 1874, 1769, 1761, 1639 e 1631. Paramos a análise em 1631 porque foi o primeiro da era telescópica da astronomia (lembrem que o telescópio foi inventado em torno de 1600 mais ou menos).






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